Oswaldo Montenegro em “A Dança dos Signos” Um dos maiores fenômenos da década de 80, “A Dança dos Signos”, de Oswaldo Montenegro, volta à cena em 2026, ano em que o autor comemora 70 anos de vida Curitiba, Teatro Guaíra, 23 de maio, às 21h. “A Dança dos Signos” é um fenômeno de sucesso. O que faz com que um espetáculo bata todos os recordes de público? A qualidade das músicas? Textos que vão direto à alma de quem o assiste? Arranjos inspirados? A sensibilidade mesclada ao humor? Alguma coisa que se captou do inconsciente coletivo? Ninguém sabe explicar, mas esses acontecimentos ocorrem muito raramente e têm que ser celebrados. E para comemorar seus setenta anos de vida, o autor resolveu remontar o espetáculo de maior sucesso de sua carreira e sair em turnê em 2026. O show começa com o compositor cantando sua música “A Lista” e contando uma história que revela por que escolheu essa canção para abrir a apresentação. Na sequência, ele dá início à “A Dança dos Signos”. Entre um signo e outro, o artista bate papo com o público, falando sobre figuras icônicas de cada signo, cantando ou fazendo citações instrumentais de alguns deles, como “Your Song”, do ariano Elton John e trechos de músicas do libriano John Lennon e dos geminianos Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque. O enredo também passa por canções de sua carreira, como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “Intuição” e “Incompatibilidade”, incluindo aí o seu consagrado poema “Metade”, tudo guiado por um fio condutor emocional extremamente bem costurado. Com isso, o criador mergulha na sua essência: o Mene